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TEATRO - INUTIL A CHUVA

TEATRO - INUTIL A CHUVA

Concorra a pares de ingressos para a peça "Inútil a chuva":

Se você foi um dos contemplados, retire suas cortesias até o dia 22/07 (sexta-feira) de 9h às 15horas, na Avenida Getúlio Vargas – 291 – Funcionários.
 
 


 
Novo espetáculo do Armazém Companhia de Teatro estará em cartaz no Galpão Cine Horto, de 21 a 24 de julho  


Patrocinada pela Petrobras, Armazém Companhia de Teatro transita entre o drama e a comédia em novo espetáculo, que tem na cenografia potente diferencial ao criar realidade pictórica em cena. Vigoroso trabalho corporal do elenco, uma das marcas da companhia em seus 28 anos, também se destaca na montagem. A encenação explora com acidez o avesso de relações familiares em primeiro texto original de Paulo de Moraes e Jopa Moraes. Narrativa põe em cena um barco de 10 metros.


Quando sobe o pano, mãe e três filhos remam num lago. Parece que vai chover, mas eles seguem rumo às profundezas de relações delicadas da família. A beleza da imagem sugere até uma pintura. A sincronia deles ao remar destoa da realidade convulsiva de cada um, desde que o pai morreu. Um barco real de madeira, de quase 10 metros, marca a impactante abertura de Inútil a Chuva, novo trabalho do Armazém Companhia de Teatro que estréia no Galpão Cine Horto, quinta-feira, dia 21 de julho. Trata-se do primeiro texto com dramaturgia assinada por Jopa Moraes e Paulo de Moraes, este último também diretor. O Armazém Companhia de Teatro é patrocinado pela Petrobras.

Inútil a Chuva se orienta em torno do desaparecimento do pai desta família, pintor que se torna high light no milionário mercado de arte após a morte. E que morre simplesmente desaparecendo. O Armazém Companhia de Teatro conta com o patrocínio da Petrobras.  Com iluminação assinada por Maneco Quinderé, figurinos de Rita Murtinho e direção musical de Ricco Viana, o espetáculo surpreende o espectador evocando a cada cena a formação de uma série de imagens que remetem a pinturas em movimento. Estão no elenco Patrícia Selonk, Andressa Lameu, Leonardo Hinckel, Tomás Braune, Marcos Martins e Lisa Eiras.  A pequena temporada vai até 24 de julho, de quinta-feira a domingo (informação completa ao final do release).

A estreia de Inútil a Chuva foi no Rio de Janeiro em 2015. O espetáculo foi indicado aos Prêmios Shell, APTR e Cesgranrio nas categorias Melhor Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri) e Iluminação (Maneco Quinderé). Este ano, o Armazém Companhia de Teatro completa 29 anos de trabalho continuado.



A trama

Por ironia do destino, após o desaparecimento, a obra do pai e pintor começa a ser reconhecida. Após sumir do mapa, seus quadros passam a valer milhões. O sujeito passa a ser considerado um gênio, a nova estrela da arte contemporânea.    A discussão é clássica: qual o sentido da arte quando a arte não deve nada a ninguém? Uma boa provocação sobre o mundo das artes, sua inutilidade e valor econômico, através de um sujeito que passa a vida pintando e ninguém dá bola, uma obra inexistente. Na dramaturgia de Inútil a Chuva a personagem central é essa ausência sem limites. Ao espectador cabe a tarefa de conhecê-lo através de relatos alheios.

Já a família merece um capítulo à parte. Mesmo com a aparente sincronia com que tentam seguir com o barco, cada um parece nascido num planeta diferente. Slavoj (Leonardo Hinckel), o filho mais velho, percorre o labirinto de ser ele mesmo atormentado pela figura paterna. Claude (Tomás Braune), o filho do meio, transborda fúria. Já Sarah (Andressa Lameu), a caçula, vive em busca de si mesma. E Lotta (interpretada por Patrícia Selonk) é a figura pouco materna que – com um humor revelador – compreende a razão  de quase tudo com alguma parcimônia em relação ao destino, eternamente ingrato.
    
Para completar o desenho, aparecem outras duas figuras. Vivian (Lisa Eiras Fávero), uma jornalista – ex-correspondente de guerra – que recebe a incumbência de fazer uma reportagem sobre o pintor e seu misterioso desaparecimento. E Matthias (interpretado por Marcos Martins), um professor de matemática e melhor ex-amigo do sujeito desaparecido. Amante do boxe, é aquele tipo de cara capaz de falar sobre as probabilidades numéricas das unhas da mão direita quebrarem antes das da mão esquerda. Sua capacidade de viajar por números imaginários faz de seu ponto de vista um mundo peculiar.
       
Tudo em Inútil a Chuva acontece a partir de encontros. Pessoas indo e vindo, se cruzando e se trombando, revirando a sujeira, produzindo aromas, criando sentidos, entendimentos das dores, erros e acertos. E claro, os eternos “não sei o que fazer com isso agora que estou diante de um monstro que solicita alimento ou pescoço degolado”. Mais o céu que desaba feito chuva, seja com tensão ou humor, mostrando as várias faces de um mesmo naufrágio que nunca ocorreu por completo. Um céu esfregando o gosto da água e a falta de ar num dia de dúvidas e certezas, tintas e pincéis, seja ódio sobre tela ou graça sobre tela.
    


O Armazém é patrocinado pela Petrobras há 15 anos.
Formada no Paraná, a Companhia está instalada no Rio desde 1998, fazendo espetáculos históricos, como Toda Nudez será Castigada, Inveja dos Anjos e Alice através do Espelho. Entre Mambembe, Shell, APTR, Cesgranrio e Fringe First Award, só para citar alguns, mais de 30 prêmios nacionais e internacionais foram conquistados pelo Armazém Companhia de Teatro ao longo de sua trajetória. Sediado numa das salas da Fundição Progresso, o Armazém ampliou seu território de linguagem com cenários surpreendentes em constante diálogo com a dramaturgia (na maior parte do tempo original), dando ênfase à arte do ator, na pesquisa do espaço cênico, na dramaturgia, na teatralidade pura e produziu espetáculos marcantes. Ancorando anos de muito trabalho, o Projeto Memória surgiu como uma pequena contribuição da companhia à preservação da memória teatral do país; e que já lançou a versão em DVD de cinco espetáculos do Armazém (Da Arte de Subir em Telhados, Pessoas Invisíveis, Alice Através do Espelho, Inveja dos Anjos e Antes da Coisa Toda Começar), além dos livros Para Ver com Olhos Livres, Espirais, Inveja dos Anjos, Antes da Coisa Toda Começar, A Marca da Água e O Dia em que Sam Morreu.






 
Ficha Técnica
Direção: Paulo de Moraes | Dramaturgia: Paulo de Moraes e Jopa Moraes | Elenco:  Patrícia Selonk, Andressa Lameu, Leonardo Hinckel, Tomás Braune, Marcos Martins e Lisa Eiras Fávero| Músico: Rafael Tavares | Iluminação: Maneco Quinderé | Cenografia: Paulo de Moraes e Carla Berri | Figurinos: Rita Murtinho | Direção Musical: Ricco Viana | Design Gráfico: João Gabriel Monteiro e Jopa Moraes | Produção de Vídeos: João Gabriel Monteiro | Técnico de Montagem: Regivaldo Moraes | Preparação Corporal: Maíra Maneschy e Patrícia Selonk |  Produção Executiva: Flávia Menezes | Produção: Armazém Companhia de Teatro | Produção BH: Gilma Oliveira | Assessoria de Imprensa: Beatriz França

Serviço:


Inútil a Chuva - Teatro
Montagem do Armazém Companhia de Teatro
Temporada de 21 a 24/07/2016
Galpão Cine Horto | Rua Pitangui 3.613 – Horto
Ingressos: de R$ 20,00 a R$ 40,00
Horário:  quintas, sextas e sábados, às 21h e domingos, às 19h.
Não recomendado para menores de 12 anos. Duração 110 min.
FONE: 3481.5580

Está promoção já foi encerrada!

  • Sheila Cristina dos Santos Figueiredo
  • Marcelo Henrique Bregunci de Mendonca
  • Mega Factoring LTDA
  • Sindicato dos Bancos M G
  • Sebastiao Pereira Freitas
  • Jose de Faria

Esta é uma promoção exclusiva para os assinantes do jornal Estado de Minas. Os prêmios deverão ser retirados somente na data e horário estipulados neste hotsite, não cabendo ao Estado de Minas reservar, guardar ou trocar tais itens. No ato do cadastro, o internauta deverá fornecer somente as informações solicitadas: Login; Senha. A retirada do prêmio deverá ser feita somente pelo ganhador ou terceiro, mediante apresentação de Carteira de Identidade original do contemplado. Não serão aceitas cópias de qualquer outra documentação na retirada de prêmios. Caso o assinante contemplado não retire seu prêmio na data e horário especificados no hotsite da promoção, tais itens serão de propriedade do Estado de Minas. O assinante poderá conferir a relação dos contemplados acessando este hotsite. As datas e horários de divulgação dos resultados podem ser alterados sem aviso prévio. O direito ao prêmio não pode ser convertido em dinheiro. Em hipótese alguma o ganhador poderá pedir a troca ou substituição de qualquer detalhe que não seja o determinado na descrição do prêmio. Ao inscrever-se o internauta declara ter lido e aceito o regulamento acima descrito.

Concorra a pares de ingressos para a peça "Inútil a chuva":

Se você foi um dos contemplados, retire suas cortesias até o dia 22/07 (sexta-feira) de 9h às 15horas, na Avenida Getúlio Vargas – 291 – Funcionários.
 
 


 
Novo espetáculo do Armazém Companhia de Teatro estará em cartaz no Galpão Cine Horto, de 21 a 24 de julho  


Patrocinada pela Petrobras, Armazém Companhia de Teatro transita entre o drama e a comédia em novo espetáculo, que tem na cenografia potente diferencial ao criar realidade pictórica em cena. Vigoroso trabalho corporal do elenco, uma das marcas da companhia em seus 28 anos, também se destaca na montagem. A encenação explora com acidez o avesso de relações familiares em primeiro texto original de Paulo de Moraes e Jopa Moraes. Narrativa põe em cena um barco de 10 metros.


Quando sobe o pano, mãe e três filhos remam num lago. Parece que vai chover, mas eles seguem rumo às profundezas de relações delicadas da família. A beleza da imagem sugere até uma pintura. A sincronia deles ao remar destoa da realidade convulsiva de cada um, desde que o pai morreu. Um barco real de madeira, de quase 10 metros, marca a impactante abertura de Inútil a Chuva, novo trabalho do Armazém Companhia de Teatro que estréia no Galpão Cine Horto, quinta-feira, dia 21 de julho. Trata-se do primeiro texto com dramaturgia assinada por Jopa Moraes e Paulo de Moraes, este último também diretor. O Armazém Companhia de Teatro é patrocinado pela Petrobras.

Inútil a Chuva se orienta em torno do desaparecimento do pai desta família, pintor que se torna high light no milionário mercado de arte após a morte. E que morre simplesmente desaparecendo. O Armazém Companhia de Teatro conta com o patrocínio da Petrobras.  Com iluminação assinada por Maneco Quinderé, figurinos de Rita Murtinho e direção musical de Ricco Viana, o espetáculo surpreende o espectador evocando a cada cena a formação de uma série de imagens que remetem a pinturas em movimento. Estão no elenco Patrícia Selonk, Andressa Lameu, Leonardo Hinckel, Tomás Braune, Marcos Martins e Lisa Eiras.  A pequena temporada vai até 24 de julho, de quinta-feira a domingo (informação completa ao final do release).

A estreia de Inútil a Chuva foi no Rio de Janeiro em 2015. O espetáculo foi indicado aos Prêmios Shell, APTR e Cesgranrio nas categorias Melhor Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri) e Iluminação (Maneco Quinderé). Este ano, o Armazém Companhia de Teatro completa 29 anos de trabalho continuado.



A trama

Por ironia do destino, após o desaparecimento, a obra do pai e pintor começa a ser reconhecida. Após sumir do mapa, seus quadros passam a valer milhões. O sujeito passa a ser considerado um gênio, a nova estrela da arte contemporânea.    A discussão é clássica: qual o sentido da arte quando a arte não deve nada a ninguém? Uma boa provocação sobre o mundo das artes, sua inutilidade e valor econômico, através de um sujeito que passa a vida pintando e ninguém dá bola, uma obra inexistente. Na dramaturgia de Inútil a Chuva a personagem central é essa ausência sem limites. Ao espectador cabe a tarefa de conhecê-lo através de relatos alheios.

Já a família merece um capítulo à parte. Mesmo com a aparente sincronia com que tentam seguir com o barco, cada um parece nascido num planeta diferente. Slavoj (Leonardo Hinckel), o filho mais velho, percorre o labirinto de ser ele mesmo atormentado pela figura paterna. Claude (Tomás Braune), o filho do meio, transborda fúria. Já Sarah (Andressa Lameu), a caçula, vive em busca de si mesma. E Lotta (interpretada por Patrícia Selonk) é a figura pouco materna que – com um humor revelador – compreende a razão  de quase tudo com alguma parcimônia em relação ao destino, eternamente ingrato.
    
Para completar o desenho, aparecem outras duas figuras. Vivian (Lisa Eiras Fávero), uma jornalista – ex-correspondente de guerra – que recebe a incumbência de fazer uma reportagem sobre o pintor e seu misterioso desaparecimento. E Matthias (interpretado por Marcos Martins), um professor de matemática e melhor ex-amigo do sujeito desaparecido. Amante do boxe, é aquele tipo de cara capaz de falar sobre as probabilidades numéricas das unhas da mão direita quebrarem antes das da mão esquerda. Sua capacidade de viajar por números imaginários faz de seu ponto de vista um mundo peculiar.
       
Tudo em Inútil a Chuva acontece a partir de encontros. Pessoas indo e vindo, se cruzando e se trombando, revirando a sujeira, produzindo aromas, criando sentidos, entendimentos das dores, erros e acertos. E claro, os eternos “não sei o que fazer com isso agora que estou diante de um monstro que solicita alimento ou pescoço degolado”. Mais o céu que desaba feito chuva, seja com tensão ou humor, mostrando as várias faces de um mesmo naufrágio que nunca ocorreu por completo. Um céu esfregando o gosto da água e a falta de ar num dia de dúvidas e certezas, tintas e pincéis, seja ódio sobre tela ou graça sobre tela.
    


O Armazém é patrocinado pela Petrobras há 15 anos.
Formada no Paraná, a Companhia está instalada no Rio desde 1998, fazendo espetáculos históricos, como Toda Nudez será Castigada, Inveja dos Anjos e Alice através do Espelho. Entre Mambembe, Shell, APTR, Cesgranrio e Fringe First Award, só para citar alguns, mais de 30 prêmios nacionais e internacionais foram conquistados pelo Armazém Companhia de Teatro ao longo de sua trajetória. Sediado numa das salas da Fundição Progresso, o Armazém ampliou seu território de linguagem com cenários surpreendentes em constante diálogo com a dramaturgia (na maior parte do tempo original), dando ênfase à arte do ator, na pesquisa do espaço cênico, na dramaturgia, na teatralidade pura e produziu espetáculos marcantes. Ancorando anos de muito trabalho, o Projeto Memória surgiu como uma pequena contribuição da companhia à preservação da memória teatral do país; e que já lançou a versão em DVD de cinco espetáculos do Armazém (Da Arte de Subir em Telhados, Pessoas Invisíveis, Alice Através do Espelho, Inveja dos Anjos e Antes da Coisa Toda Começar), além dos livros Para Ver com Olhos Livres, Espirais, Inveja dos Anjos, Antes da Coisa Toda Começar, A Marca da Água e O Dia em que Sam Morreu.






 
Ficha Técnica
Direção: Paulo de Moraes | Dramaturgia: Paulo de Moraes e Jopa Moraes | Elenco:  Patrícia Selonk, Andressa Lameu, Leonardo Hinckel, Tomás Braune, Marcos Martins e Lisa Eiras Fávero| Músico: Rafael Tavares | Iluminação: Maneco Quinderé | Cenografia: Paulo de Moraes e Carla Berri | Figurinos: Rita Murtinho | Direção Musical: Ricco Viana | Design Gráfico: João Gabriel Monteiro e Jopa Moraes | Produção de Vídeos: João Gabriel Monteiro | Técnico de Montagem: Regivaldo Moraes | Preparação Corporal: Maíra Maneschy e Patrícia Selonk |  Produção Executiva: Flávia Menezes | Produção: Armazém Companhia de Teatro | Produção BH: Gilma Oliveira | Assessoria de Imprensa: Beatriz França

Serviço:


Inútil a Chuva - Teatro
Montagem do Armazém Companhia de Teatro
Temporada de 21 a 24/07/2016
Galpão Cine Horto | Rua Pitangui 3.613 – Horto
Ingressos: de R$ 20,00 a R$ 40,00
Horário:  quintas, sextas e sábados, às 21h e domingos, às 19h.
Não recomendado para menores de 12 anos. Duração 110 min.
FONE: 3481.5580