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TEATRO - MONDO MACHETE

TEATRO - MONDO MACHETE

Concorra a pares de ingressos para a Peça Mondo Machete:

Se você foi um dos contemplados, retire suas cortesias até o dia 15/04 (sexta-feira) de 9h às 15horas, na Avenida Getúlio Vargas – 291 – Funcionários.

 


A comédia musical "Mondo Machete" é Silvia Machete, em versão musical e bem humorada. Éo primeiro teatro musical sobre uma cantora ainda viva: ela mesma. E, como éa única capaz de manobrar o bambolêe ao mesmo tempo cantar "My Favorite Things", sem perder o rebolado nem afinação, o musical sópodia ser apresentado por ela própria. No palco, ela conta sua história em 20 canções e mostra seus atributos cênicos, presentes em seus shows, em 20 anos de carreira. Com texto de Filipe Miguez, direção geral de Cesar Augusto e direção musical de Fabiano Krieger, o espetáculo mistura realidade e ficção e comemora os 20 anos de carreira da cantora.  Conhecida por seus shows performáticos, com repertório misto de samba, bossa nova, rock e bolero, agora, no teatro, ela interpreta a si mesma, mas também uma ex-espiãem Cuba, ex-namorada de Elvis Presley e ex-prisioneira de Alcatraz, entre outras aventuras e desventuras.No palco, acompanhada de quatro músicos, Silvia Machete troca de figurino dez vezes e defende mais de vinte canções. O set list traz músicas autorais, como “Toda Bêbada Canta” e “Extravaganza”, a criações de outros compositores, como “A Mulher Solteira”e o “Homem Pavão”, da paulista Blubell, “My favorite things”, de John Coltrane e “Bang Bang”, de Nancy Sinatra. “Levo para o palco tudo o que eu sei fazer e esta personagem surrealista, lúdica e brincalhona que jáestános meus shows. Édivertido tanto para quem jáme conhece quanto para quem ainda não me viu no palco”, adianta Silvia. Na grande árvore genealógica da música brasileira, Silvia Machete éo galho moderno que outrora sustentou as folhagens de Carmen Miranda, Emilinha Borba, Maria Alcina, Miriam Batucada e Rita Lee, divas  dedicadas àmais deliciosa gandaia das artes - a diversão do ilustre auditório. Ela éa filha da Chiquita Bacana , tropicalista com toda razão. O pai édesconhecido, mas, entre uma marchinha e outra, Lamartine Babo ou o General da Banda assumiriam a paternidade numa boa. Machete canta muito bem, compõe com bom gosto e transita sem preconceito por todos os gêneros, da rumba ao rock, da balada ao samba. No repertório do musical tanto tem Rodgers e Hammerstein como Assis Valente, tudo na certeza da sabedoria que estágrafitada em purpurina no copo do seu liquidificador filosófico: "O que vier eu traço". Acima de tudo, a arte da molecagem. Hácantoras brasileiras que recebem uma pomba gira quando estão no palco. Nada contra. Silvia Machete prefere apresentar-se com uma car-navalesca carnavalesca pomba de isopor pousada na cabeça. Para continuar pedindo ajuda ao mundo das rimas, na MPB Machete estámenos para Elizete, a Divina Enluarada do que para chacrete, vedete, periguete e todas as absurdetes que não ficam exigindo a gravidade do respeito. Ela mete bronca, mete os peitos, não se faz de séria. Dança hula- hula, faz acrobacias, tira onda de sexy em cima de uma bola de exercícios de pilates. A mulher éfogo na roupa, para usar o título de uma chanchada, um gênero que ela reescreve com performance de última geração. Definitivamente, não quer salvar o samba de raiz nem afinar de novo o chorinho no mesmo tom do velho cavaquinho. Quer pulgas mil na geral e o neon piscando a letra de Rita Lee, uma das músicas que canta no musical: "Sucesso, aqui vou eu". Em 1962, o filme "Mondo cane" ficou famoso por documentar o escândalo da perversão. "Mondo Machete" éo escândalo de diversão! Num cenário de cantoras compenetradas, dedicadas todas as noites a inscrever seus nomes na histórias das casas de telecoteco da Lapa, Silvia agora estáde maiôem grande inscrever seus nomes na histórias das casas de telecoteco da Lapa, Silvia agora estáde maiôem grande teatro. Sabe que égrave a crise, que jáse tentou de tudo para resolvê-la, mas não o bambolê. Éa sua proposta Manda um beijo estalado para todas as senhoras que alegremente saltam de suas vans. Vem a público repetir, como faz há20 sacudidos anos, e agora em formato de musical, que a alegria éa prova dos nove.

SERVIÇO:
 

16 e 17 de abril
Sábado, às 20h

Domingo, às 19h

Local: Teatro SESIMINAS

 

 

 

 

Está promoção já foi encerrada!

  • Ezequiel Gomes da Silva
  • Jose Henrique Santos Portugal
  • Danuza Maria Andrade Camargos
  • Ivan Hasenclever de Lima Borges
  • Claudio Otaviane Bernardes Silva

Esta é uma promoção exclusiva para os assinantes do jornal Estado de Minas. Os prêmios deverão ser retirados somente na data e horário estipulados neste hotsite, não cabendo ao Estado de Minas reservar, guardar ou trocar tais itens. No ato do cadastro, o internauta deverá fornecer somente as informações solicitadas: Login; Senha. A retirada do prêmio deverá ser feita somente pelo ganhador ou terceiro, mediante apresentação de Carteira de Identidade original do contemplado. Não serão aceitas cópias de qualquer outra documentação na retirada de prêmios. Caso o assinante contemplado não retire seu prêmio na data e horário especificados no hotsite da promoção, tais itens serão de propriedade do Estado de Minas. O assinante poderá conferir a relação dos contemplados acessando este hotsite. As datas e horários de divulgação dos resultados podem ser alterados sem aviso prévio. O direito ao prêmio não pode ser convertido em dinheiro. Em hipótese alguma o ganhador poderá pedir a troca ou substituição de qualquer detalhe que não seja o determinado na descrição do prêmio. Ao inscrever-se o internauta declara ter lido e aceito o regulamento acima descrito.

Concorra a pares de ingressos para a Peça Mondo Machete:

Se você foi um dos contemplados, retire suas cortesias até o dia 15/04 (sexta-feira) de 9h às 15horas, na Avenida Getúlio Vargas – 291 – Funcionários.

 


A comédia musical "Mondo Machete" é Silvia Machete, em versão musical e bem humorada. Éo primeiro teatro musical sobre uma cantora ainda viva: ela mesma. E, como éa única capaz de manobrar o bambolêe ao mesmo tempo cantar "My Favorite Things", sem perder o rebolado nem afinação, o musical sópodia ser apresentado por ela própria. No palco, ela conta sua história em 20 canções e mostra seus atributos cênicos, presentes em seus shows, em 20 anos de carreira. Com texto de Filipe Miguez, direção geral de Cesar Augusto e direção musical de Fabiano Krieger, o espetáculo mistura realidade e ficção e comemora os 20 anos de carreira da cantora.  Conhecida por seus shows performáticos, com repertório misto de samba, bossa nova, rock e bolero, agora, no teatro, ela interpreta a si mesma, mas também uma ex-espiãem Cuba, ex-namorada de Elvis Presley e ex-prisioneira de Alcatraz, entre outras aventuras e desventuras.No palco, acompanhada de quatro músicos, Silvia Machete troca de figurino dez vezes e defende mais de vinte canções. O set list traz músicas autorais, como “Toda Bêbada Canta” e “Extravaganza”, a criações de outros compositores, como “A Mulher Solteira”e o “Homem Pavão”, da paulista Blubell, “My favorite things”, de John Coltrane e “Bang Bang”, de Nancy Sinatra. “Levo para o palco tudo o que eu sei fazer e esta personagem surrealista, lúdica e brincalhona que jáestános meus shows. Édivertido tanto para quem jáme conhece quanto para quem ainda não me viu no palco”, adianta Silvia. Na grande árvore genealógica da música brasileira, Silvia Machete éo galho moderno que outrora sustentou as folhagens de Carmen Miranda, Emilinha Borba, Maria Alcina, Miriam Batucada e Rita Lee, divas  dedicadas àmais deliciosa gandaia das artes - a diversão do ilustre auditório. Ela éa filha da Chiquita Bacana , tropicalista com toda razão. O pai édesconhecido, mas, entre uma marchinha e outra, Lamartine Babo ou o General da Banda assumiriam a paternidade numa boa. Machete canta muito bem, compõe com bom gosto e transita sem preconceito por todos os gêneros, da rumba ao rock, da balada ao samba. No repertório do musical tanto tem Rodgers e Hammerstein como Assis Valente, tudo na certeza da sabedoria que estágrafitada em purpurina no copo do seu liquidificador filosófico: "O que vier eu traço". Acima de tudo, a arte da molecagem. Hácantoras brasileiras que recebem uma pomba gira quando estão no palco. Nada contra. Silvia Machete prefere apresentar-se com uma car-navalesca carnavalesca pomba de isopor pousada na cabeça. Para continuar pedindo ajuda ao mundo das rimas, na MPB Machete estámenos para Elizete, a Divina Enluarada do que para chacrete, vedete, periguete e todas as absurdetes que não ficam exigindo a gravidade do respeito. Ela mete bronca, mete os peitos, não se faz de séria. Dança hula- hula, faz acrobacias, tira onda de sexy em cima de uma bola de exercícios de pilates. A mulher éfogo na roupa, para usar o título de uma chanchada, um gênero que ela reescreve com performance de última geração. Definitivamente, não quer salvar o samba de raiz nem afinar de novo o chorinho no mesmo tom do velho cavaquinho. Quer pulgas mil na geral e o neon piscando a letra de Rita Lee, uma das músicas que canta no musical: "Sucesso, aqui vou eu". Em 1962, o filme "Mondo cane" ficou famoso por documentar o escândalo da perversão. "Mondo Machete" éo escândalo de diversão! Num cenário de cantoras compenetradas, dedicadas todas as noites a inscrever seus nomes na histórias das casas de telecoteco da Lapa, Silvia agora estáde maiôem grande inscrever seus nomes na histórias das casas de telecoteco da Lapa, Silvia agora estáde maiôem grande teatro. Sabe que égrave a crise, que jáse tentou de tudo para resolvê-la, mas não o bambolê. Éa sua proposta Manda um beijo estalado para todas as senhoras que alegremente saltam de suas vans. Vem a público repetir, como faz há20 sacudidos anos, e agora em formato de musical, que a alegria éa prova dos nove.

SERVIÇO:
 

16 e 17 de abril
Sábado, às 20h

Domingo, às 19h

Local: Teatro SESIMINAS